Segunda-feira, Dezembro 14

Flores Partidas




Já de antemão peço desculpas por postar um "Jazz" num blog de American Rock... but...

com uma mistura de cool jazz, funk e salsa, Mulatu Astatke é o principal representante do chamado "Ethio-Jazz".

Da mesma forma quando postei "Brazilian Girls", volto a afirmar a fusão de sentimentos e ritmos que esse cara proporciona... O jazz etíope te entorpece. Feche os olhos e dance.


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Ethiopiques Vol.4




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Domingo, Dezembro 13

DINOSAUR JR - farm






Quem me conhece já saca faz tempo que minha banda preferida além de The Cure, é o Dinosaur Jr. E fico orgulhoso de falar sobre o novo disco, depois de seis anos parados, lançaram o álbum Beyond em 2007, e retornam esse ano com Farm, disco que resgata a sonoridade única de J Mascis com todas suas caracteristicas essênciais, fieis ao que sempre foram, sem querer soar moderninhos ou eloquentes.

A sonoridade do grupo continua tão antipática para ouvidos mais imediatistas quanto o seu líder Mascis. Primeiro estranha-se, depois volta-se a estranhar. Há uma ilusão desagradável de semelhança excessiva entre as várias canções se o consumo for superficial. Mas a música do Dinosaur Jr continua a ser um mundo sensorial complexo onde vale a pena mergulhar os ouvidos, para gozar o frenetismo daquela máquina instrumental que devora qualquer coisa: os riffs das guitarras, o som sujo e sombrio que influenciou o grunge e a ternura melódica substituem-se de verso em verso.

Há aqueles regressos pesadões e burgueses que mancham com canções novas e medianas um passado que era sagrado (como os Jane's Addiction, Smashing Pumpkins); os que conseguem reativar o papel químico, com o profissionalismo exímio das melhores bandas de tributo, os espetáculos que davam há mais de vinte anos (como os Roxy Music e os Bauhaus); e os Dinosaur Jr que, caso quase único, lançam uma obra-prima na sua segunda vida.
Farm é um disco que vale tudo e mais um pouco.





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Farm



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Quarta-feira, Dezembro 9

VERUCA SALT - resolver


Resolver foi o disco que marcou a separação de Nina Gordon e Louise Post, companheiras desde 1993 quando lançaram o single "seether" que praticamente estourou na MTV americana. Talvez por esse motivo seja entre a discografai do Veruca Salt, o álbum mais obscuro e menos comentado, mas cheio de música feita e elaborada pelo o bom rock que a banda sempre fez.
Resolver saiu em 2000 e trouxe boas faixas que fizeram desse trabalho um discasso, são elas: officially dead, only you know e used to know her.

Abraços e até a próxima Quarta
Leonardo Lorca.

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Resolver



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Segunda-feira, Dezembro 7

BRAZILIAN GIRLS - talk to la bomb


Quem : Gargano
Onde : São Paulo
Quando : Segunda

Brazilian Girls... ao mesmo tempo em que te deixa deprimido, a faixa seguinte é extremamente sexy..
Acho que foi essa fusão de sentimentos que me atraiu em Brazilian Girls.. Fusão de estilos, ritmos, linguas ( alemão, inglês e francês )... vale a pena!


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Talk to la bomb.




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Sábado, Dezembro 5

WHITLEY - go forth find mammoth




Após as boas criticas com seu debut "the submarine" em 2007, o artista solo Whitley retorno com o majestoso disco "Go forth find mammoth", Eu vim conhecer o cara através deste segundo trabalho e me surpreendi com a beleza das canções e a sonoridade do vocal e de todo conjunto. A turnê deste novo álbum começou na Australia em Novembro, onde o cantor possui umnumero maior de fans. Sem muito mais o que dizer sobre o cara, deixo vocês com o video de "A shot to the stars" e a recomendação de estar baixando um ótimo disco.





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go forth find mammoth



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Obrigado por nos visitar



O American Rock Club está sob o comando dos Bj's


Leonardo Lorca   Carlos.  e     Gargano




A cada post uma nova dica da cena Rock/Indie/Alternativo.
Videos, Álbuns para downloads, Informação.


Se você quer tocar seu som aqui, entre em contato.

Quarta-feira, Dezembro 2

ERLEND ØYE - Unrest


Olá, Pela primeira vez aqui no Club, eu sou Leonardo Lorca, morador de Londrina e a partir de hoje estarei todas as quartas com vocês aqui no American Rock Club.
Passe uns dias pensando "Meu, o que vou mostrar pra galera no meu primeiro programa" ideias vieram e se foram, até que ontem estava voltando pra casa escutando o novo discasso do Kings of Convinience e me lembrei do charmoso Erlend Oye, vocalista do então grupo já citado.
Erlend Øye é um cantor e compositor norueguês, conhecido por formar, com Eirik Glambek Bøe, a banda Kings of Convenience. Em carreira solo, lançou apenas o álbum Unrest, em 2003, é um com remixes de Dj-Kicks, em 2004. último projecto de Erlend Øye é a banda The Whitest Boy Alive, que originalmente começou como eletrônica, mas que depois se tornou uma banda sem elementos programados, lançaram o primeiro trabalho em 2006 e por sinal foi um discasso, esperamos um segundo registro.
“Sou um DJ cantor. Canto sobre faixas instrumentais ou falo sobre o que estou pensando”, comenta o músico que tem um jeitinho nerd e retrô ao mesmo tempo, ao mesmo tempo retrô.

Galera é isso aí, espero muito mesmo ter agradado com a dica de hoje e aguardo vocês na próxima Quarta.
Assistam o video e baixem Unrest.
abraços



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Unrest




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Segunda-feira, Novembro 30

LAURA VEIRS - July flame



E ai está o lançamento mais esperado por mim, desde 2007, quando Laura Veirs, minha artista feminina favorita, lançou seu ultimo disco " Saltbrakers". E o melhor, July Flame, novo album da cantora americana, só será lançado em 19 de Janeiro de 2010, mas os frequentadores do Club podem curtir todas as faixas na integra antes mesmo de Dezembro chegar.
Laura Veirs e o namorado (que também é o músico que a acompanha) levam os poucos que já a conhece a um delirio hipnótico em seus shows, mesmo que estes não contem com mais de cinco duzias de pessoas. E é isso mesmo, numero de público não implica em qualidade e sim em popularidade, e aqui é o inverso. Laura não é muito popular nem mesmo em seu país, ganhou certo prestigio com o lançamento do quarto trabalho: Years of Meteors de 2005, que trazia canções memoráveis, como Rialto, secret someones, Parisian dream, Galaxies e cool water, em Saltbrakers emplacou a excelente Don't lose yourself, Pink light e wondering kind.
“July Flame”,  foi produzido por Tucker Martine e conta com a participação especial de Jim James (My Morning Jacket), terá o selo da Raven Marching Band, gravadora responsável pelo lançamento do disco anterior. Escutá-lo sem antes ouvir pelo menos os três ultimos trabalhos de Laura Veirs é algo razoável, que vale a pena, mas julgar o trabalho de Laura apenas com a audição de July Flames seria totalmente incoerente e injusto. Neste novo disco ela abandona a vertente mais pop, e se concentra no lado mais folk, que marcou seus dois primeiros discos. A faixa inicial I can see your tracks emociona e deixa um gosto de quero mais, então vem a faixa titulo, com o vocal de Veirs afinado naquele estilo dela de cantar, certamente a canção mais perfeita desse disco, o restante segue uma toada boa, que não chega a surpreender muito, mas que também não deixa nada a desejar.
Laura Veirs é uma de minhas preferidas e com certeza esse novo trabalho não passará batido, pelo menos não por aqui.
abraços!




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July Flame




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Sábado, Novembro 28

OWEN - new leaves



Na década passada, Mike Kinsella, canadense,  tocou uma variedade de instrumentos em algumas das faixas de bandas como:
Cap’n Jazz, Joan of Arc, The One Up Downstairs, American Football, Owls, Maritime, and Aloha.
Owen é seu projeto solo. A sonoridade de Owen é um resultado direto das músicas do American Football (que teve apenas um álbum editado).Mas onde Mike não tinha tanta liberdade, por isso procurou um projeto onde poderia ter o controle criativo completo sobre todos os aspectos que incluíam escrever, gravar, arte -final do álbum, e o sentido artístico total.
New Leaves é o quinto disco e se mostra melhor que At home with Owen de 2007, tem algo nessas novas dez faixas que transmitem paz e energia, caravteristcas de Owen, mas que vibram numa energia maior nesse recente trabalho. Faixas como "good friends with bad habits", "never been born", "amnesia and me", "too scared to move" e "ugly on the inside" fazem desse novo disco uma grande obra e acrescentam novas jóias à setlist deste grande compositor e artista que é Mike Kinsella e seu belo projeto intitulado simplesmente: Owen.
Altamente recomendado.




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New Leaves




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THE ANSWERING MACHINE - another city, another sorry




É da fria Manchester que vem a nova promessa da ilha da rainha. Com um pé nas influências dos "riffs-punk-revival" que quase todas as bandas de lá carregam, o The Answering Machine acrescenta um pouco mais de pop e ritmo em suas canções.Depois de terem editado alguns singles, lançaram em 25 de Maio deste ano o primeiro álbum de originais chamado, Another City Another Sorry.A banda foi inicialmente formada pelos amigos de faculdade Martin Colclough (Guitarra e Voz principal) e Pat Fogarty (Guitarra e Voz), que compunham algumas músicas juntos, e logo Gemma Evans (Baixo e Voz) se juntou a eles. A banda seguiu com três integrantes (e Mustafa Beat, a maquina que fazia o papel de bateria) até 2007 quando Ben Perry (Bateria) se juntou a banda.
Dica dada agorafica por sua conta. Confira o video!




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Another city, another sorry



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Terça-feira, Novembro 24

CORNERSHOP - Judy Sucks Lemon For Breakfast




Sem lançar nada desde o chatinho “Handcream For a Generation” de 2002, o grupo inglês encabeçado por Tjinder Singh e Ben Ayres, parecia que não ia mostrar mais nada. Ledo engano. Sete anos depois o grupo surge com mais um disco, o quinto da carreira, “Judy Sucks Lemon For Breakfast” e coloca alguns sorrisos e refrões pegajosos pelo caminho.
Quem sente falta de um novo "Brimful Of Asha" (superhit de 1997, que puxou seu disco de maior sucesso When I Was Born For The 7th Time, e ainda ganhou um genial remix big beat de Fatboy Slim) pode comemorar. Uma das canções do álbum é "Who Fingered Rock'n'Roll" com suas guitarras roqueiras gordas, cítaras e refrão irresistível. Grande faixa de um dos discos do ano.
Com essa volta o Cornershop prova que continua acreditando na força do rock'n'roll como um grande agente de transformações sociais. Discurso firme, afiado e consistente. Festa e diversão garantidas. Os políticos tradicionais nem desconfiam que deveriam deixar o preconceito de lado e voltar os olhos para formas mais contundentes de propagação dos ideais. Se o rock continua sendo tão polêmico e combatido mesmo depois de meio século de existência, muito é por causa de sua eficácia. 



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Domingo, Novembro 22

ELIZABETH AND THE CATAPULT - taller children




Para entender a banda, com origem em 2004, o circuito universitário norte-americano é essencial. Formada por Elizabeth Ziman, Dan Molad e Pete Lalish, Elizabeth & The Catapult tem uma prepotência juvenil que se cristaliza em canções otimistas, divertidas, de alto astral, fruto da clara imersão de Ziman nos primórdios do jazz, uma coisa meio ragtime com timbres de pianos em clara evidência e uso de trompetes.
“Taller children”, a canção que batizou o álbum, é a pista mais clara de uma geração que tenta encarar com bom humor os percalços. Na narrativa musical, a história de um corretor que se ferra na crise e se comporta como uma criança – criança grande, no caso. Mas reduzir o Elizabeth & The Catapult apenas a uma banda que quer ser otimista seria um erro. Eles são competentes, bem produzidos, a voz de Ziman é cristalina e empolgante, eles sabem orbitar num universo indie de fachada (algo que o She & Him faz com muito mais competência), arriscam um cover de Leonard Cohen e tem uma autoironia pouco peculiar para uma banda nascida em Nova York e gerida pelo casal Ziman e Molad (sim, o som deles tem muito amor…).
lguns convidados apareceram para complementar os arranjos: baixo, violino e trompete foram alguns dos instrumentos que preencheram o repertório com toques sutis de jazz, pitadas de folk e adornos orquestrais. Eles até fizeram um cover de Leonard Cohen, Everybody Knows: batidas determinam a firmeza da música no começo, desmanchando-se na leveza de vários instrumentos ao mesmo tempo.



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PIA FRAUS - In Solarium



Algumas bandas lançam discos tão seminais que rasgam o tecido da realidade musical de forma a este nunca mais se recuperar.
No início dos anos 90, o My Bloody Valentine alterou a percepção dos indie rockers da época ao gravar Loveless, pedra fundamental do Shoegaze e um dos álbuns mais fantásticos de sempre.
Pois bem, o mundo do rock alternativo pós Loveless mudou, e as distorções do MBV continuaram (e continuam até hoje) a influenciar um sem número de bandas. E uma das mais bacanas é o Pia Fraus.
Vindos da Estônia (!), o Pia Fraus começou a tocar em 1998, e de lá pra cá vem lançando belos discos, todos calcados na barulheira etérea do shoegaze. 
O som é dream pop, feito sob medida para fãs de Rocketship, que na verdade nada mais é que uma mistura de Stereolab com My Bloody Valentine.
Esse segundo regirsto do grupo, In Solarium, aparece como um oasis no deserto do rock "alternativo", ajudando a matar a sede por música de qualidade.
Belíssimo álbum!




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In Solarium


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THE NEW PORNOGRAPHERS - challengers




Mais uma que vem do Canadá. Neko Case, Carl Newman e Dan Bejar (Destroyer) são alguns dos principais nomes deste supergrupo indie. A história dos The New Pornographers, pelo menos a que é pública, não é propriamente diferente da dos outros supergrupos que por aí andam. Havia uma série de gente talentosa espalhada por umas quantas bandas e, de repente, juntam-se duas delas, mais outra uns tempos depois e por aí afora, até que houvesse pessoas para todos os instrumentos (esta parte dos instrumentos é, muito provavelmente, uma ideia minha).
lançaram o primeiro álbum em 2000, três anos depois de começarem a tocar juntos. E Mass Romantic é, de fato, uma excelente estreia. ”The Body Says No”, “The Mary Martin Show”, “To Wild Homes” e o tema de abertura “Mass Romantic” são exemplos do que os The New Pornographers andam por aí a fazer. Electric Version, o segundo, não deixa espaço para dúvidas. A música “The Electric Version” inicia de forma enérgica os 46 minutos mais coerentes dos The New Pornographers até hoje.Em 2005, chegou a estrela da companhia. Twin Cinema é o álbum mais aclamado, querido e falado dos álbuns dos The New Pornographers. E percebe-se porquê. Porque é o melhor. É o mais completo e complexo que editaram até hoje.
Challengers é um caminho relativamente diferente; mais calmo, mais velho, mais desligado. Os The New Pornographers perderam energia mas mantiveram as melodias pop que lhes trouxeram fama, dinheiro e mulheres. Aqui a banda entrega, num registo diferente, um conjunto de canções de excelente nível. Claro, ainda há uma ou outra recaída - “The New Face Of Zero And One” e “Mutiny, I Promise You”. A faixa intitulada “Challengers”é uma pausa para respirar. Nunca a voz de Neko Case soou tão bem.




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Challengers


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Sexta-feira, Novembro 20

HEARTS OF BLACK SCIENCE - The star in the lake




Segundo disco cheio dos suecos, lançado pela inglesa Club AC30 combina perfeitamente beats e escuridão, em alguns momentos você acha que tem sintetizadores demais, mas é cara da banda mesmo (apesar de preferir quando a linha é mais caótica), algo que lembra em alguns momentos lembra bastante o excelente Radio Dept., nas horas mais sombrias Tv On The Radio vem fácil aos ouvidos. Formam o Hearts Of Black Science, uma dupla na verdade, Daniel Änghede (Vocais/Guitarras/Baixo) e Tomas Almgren (Sintetizadores/Arranjos/Mixagem).Os dois procuram aproximar os efeitos sintéticos ao tema sombrio e alucinante do post-punk da década de 80. Esse dois aspectos já se tornaram familiares no Shoegaze, essa a principal referência que pode ser feita ao HoBS.
Em The star in the lake Daniel e Tomas não pouparam o auxilio eletrônico em praticamente nenhuma canção desde a simples bateria computadorizada acompanhando os riffs surrealistas aos enigmáticos sons produzidos pelos sintetizadores onde embarcam numa viajem frenética. Não deixe de escutar.




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The star in the lake



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Quinta-feira, Novembro 19

MARCY PLAYGROUND - leaving wonderland in a fit of rage



O Marcy Playground, banda norte-americana formada por Dylan Keefe no baixo, Shlomi Lavie na bateria e o gorduxinho John Wozniac, no vocal e guitarra, ficou famosa no mundo inteiro em 1997 quando debutaram com o single Sex and Candy, logo em seguida tendo uma canção gravada para o filme teen de grande suceso da época "Cruéis intenções". Nesse momento Marcy Playground era a banda alternativa mais cool das rádios e das MTV's. dois anos após o sucesso do primeiro disco, saiu o Shapesshifter, que apesar de não ter alcançado o boom do anterior, pelo menos por essas bandas, colocou alguns singles na parada, como it's Saturday, secret squirrel e America.
Quando anos passaram sem que nada surgisse, chegamos a pensar que os caras haviam desistido de tudo, cinco anos mais tarde, em 2004, é lançado MP3, disco fraco e que sequer chegou a ser comentado pela crítica especializada com seriedade, simplesmente passou batido. Outros cinco anos se passaram até este lançamento, já no finalzinho de 2009, o quarto álbum do grupo:  leaving wonderland in a fit of rage, e certamente algo realmente bom de John Wozniac. Blackbird, Gin and money, I burned the bed e good times são excelentes.



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Leaving wonderland in a fit of rage




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Domingo, Novembro 15

THE TRAGICALLY HIP - we are the same




O grupo é parte da história do rock do Canadá. o The Tragically Hip foi formado em Ontario, em 1983 por Gordon Downie (vocal), Bobby Baker (guitarra), Paul Langlois (guitarra), Gord Sinclair (baixo), e Johnny Fay (bateria).debutaram em 1989 ao assinarem com o antigo selo MCA. O Tragically Hip meio que sempre foi e sempre será uma banda indie, ogrupo tem prestigio em seu país d eorigem, mas os E.U.A só veio conhecê-los no final dos anos 90, quando assinaram com a Atlantic e lançaram Trouble at the henouse, num meio grunge que se passava a américa naquele momento, as rádios americanas alternativas executaram a banda que também ficou falado pela performance de Downie, que era chamado de louco poético.
Em 1998 quando mudam novamente de gravadora, agora indo para Siren, e lançam o sexto disco Phantom Power, músicas como Fireworks e Poets tornam-se hits nas ditas radio colleges. De lá para cá, destque para o álbum de 2004, In between evolution, trabalho mais introspctivo do grupo. We are the same, diga-se de passagem, é um dos melhores discos da banda, se não o melhor. faixas como Honey please, Last recluse e Coffee girl, mostram que o grupo apesar de anos de estrada estão em excelente forma.
Confira!




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We are the same



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Quarta-feira, Novembro 11

MONSTERTUX - the Alison album



Uma banda bem bacana que descobri recentemente e tenho escutado muito é o Monstertux. Os caras acabam de lançar The Alison album, primeiro disco após um EP, trazendo já grandes faixas desse grupo comandado por Sjoerd (vocals e guitarra), Marjo (teclados), Erik (baixo), Derek (guitarra) e Erik (bateria), sucessos deste trabalho de estréia são "Blow", "Stoical", "Soundtrack" e a melhor de todas "Leaves".
A banda é praticamente inédita aqui no Brasil.
Sorte sua que frequenta o American Rock Club. Só baixar e por pra tocar.



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The Alison album 



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Terça-feira, Novembro 10

SKINS - the original soundtrack



Skins é um drama inglês, que conta a história de um grupo de amigos entre 16 e 18 anos, que vivem em Bristol. a série retrata a vida agitada em meio a festas e drogas de adolescentes britânicos. A série foi criada por Brian Bresley e seu filho Jamie Brittain e teve a sua estreia no dia 25 de Janeiro de 2007. A segunda temporada estreou dia 14 de Fevereiro de 2008. A terceira temporada chegou ao fim aqui no Brasil, em Agosto e já aguardamos a quarta em Janeiro. Está chegando.
Você pode baixar os episódios no site Skinsbrasil.com
Aqui no American Rock Club você baixar a trilha e conferie o promo da série.

Faixas
01 – Fat Segal – Skins Theme Tune
02 – Gossip – Standing in the Way of Control (Soulwax Mix)
03 – Bloc Party – Positive Tension
04 – Yeah Yeah Yeahs – Date With The Night
05 – Adam & The Ants – Prince Charming
06 – Archie Bronson Outfit – Dart For My Sweetheart
07 – The Earlies – Kelly Brown
08 – DJ Shadow – Mongrel Meets His Maker
09 – Tricky – Hell Around The Corner
10 – Scream – Colourful
11 – Broken Family Band – It’s All Over
12 – Roots Manuva – Witness The Fitness
13 – The Hives – No Pun Intended
14 – The Fall – Totally Wired
15 – John Martyn – May You Never
16 – Shuggie Otis – Ah Uh Mi Hed
17 – Broadcast – Hammer Without A Master
18 – Brian Jonestown Massacre – You Look Great When I’m Fucked Up
19 – Sid (Mike Bailey) – Wild World



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Skins - the original soundtrack 


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Domingo, Novembro 8

THE MATTHEW GOOD - Vancouver



Após o grande sucesso no Canadá, nos anos noventa, com sua prestigiada Matthew Good Band, que chegaram a lançar quatro álbuns, Matthew Good se lança em carreira solo, contando apenas com alguns músicos de apoio. Vancouver já é o quarto trabalho independente do cara e segue o anterior e explendido "Hospital Music" de 2007, onde Matthew realmente pesa nos tons e letras angustiantes, deprimidas, desesperançosas, e faz um trabalho lindo unindo tudo isso ao seu vocal meio chorado, sofrido, pedindo ajuda, e é tudo muito verdadeiro, sem forçar a barra. Musicas como Empty's theme park, volcanoes, champions of nothing e dezenas de outras que Matthew Good compôs ao lingo de duas décadas provam que o cara é perfeito naquilo que se propõe fazer, sensibilizar almas e angustiar corações.
Todas as minhas recomendações. 




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Vancouver


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